terça-feira, 26 de maio de 2015

Rio de Janeiro - Lagoa Rodrigo de Freitas, Jardim Botânico, Parque Lage e Maracanã

Já fui ao Rio algumas vezes, e em todas elas eu me programo pra conhecer o Jardim Botânico e o parque Lage, mas sempre acaba faltando tempo e eu vou deixando pra próxima. Dessa vez não foi diferente...
Sempre tento montar um roteiro de onde pretendo ir durante o dia, colocando uma estimativa de tempo para cada lugar + tempo para chegar até ele, mas principalmente quando tem praia inclusa no roteiro acaba atrasando todo o resto, porque praia é bom demais e lá o tempo parece andar muito mais depressa... e quando você acha que se passaram 30 minutinhos, percebe que está lá há 2 horas...kkkk
Nessa última vez, consegui, ao menos, conhecer a Lagoa Rodrigo de Freitas... fui de bike (aquelas do Itaú que você aluga e são ótimas!!!), saindo de Copacabana, passando por Ipanema, e entrando pelo bairro, é rapidinho, não te leva mais do que 20 minutos de pedalada, além de fazer exercício e queimar as tranqueiras que a gente sempre acaba comendo quando viaja.
 Linda a lagoa... me arrependo de não ter ido antes... sempre tinha ouvido falar dos passeios de pedalinho e estava morrendo de vontade, mas pagar R$30,00 por meia hora não era bem o que eu estava esperando financeiramente, e esse rolê vai ficar pra uma outra ocasião...


Na 2a feira de manhã perguntei pro pessoal da recepção do hostel que eu fiquei dessa última vez, o Walking on the Beach (ótima localização, e preço justo!), se o Jardim Botânico estaria aberto, já que o de São Paulo fecha de 2a feira e eles disseram que abria sim... mas não sabiam que só abre depois do meio-dia às 2as feiras, fazendo com que eu desse com a porta na cara, junto com outros turistas... Como meu vôo pra São Paulo era às 15h, não ia rolar esperar abrir e fui embora, totalmente decepcionada por não conhecer de novo, mas dessa vez não foi culpa minha...
O horário de funcionamento é: segundas-feiras, das 12 às 17h, e de terça a domingo, das 8h às 17h, com prorrogação de uma hora para o fechamento das bilheterias no período de horário de verão. 
O ingresso custa R$9,00 e não são aceitos cartões nem cheques, só "tutu" mesmo...
Passei em frente ao parque Lage, mas honestamente, já estava tão chateada que resolvi trocar o parque por um último "tchibum" e uma caipirinha em Copacabana antes de ir embora. E de novo, fica pra próxima.

Maracanã, até hoje só passei na frente, não é um lugar que me dá vontade de conhecer porque de futebol só acompanho o meu time (vai Corinthians!!), mas pra quem quiser fazer um tour por lá, rolam diariamente, das 9h às 17h (de hora em hora), os ingressos custam R$36,00 (que eu achei caro!) e tem opções de ingresso com tour guiado, com áudio, e também tem meia-entrada.

Bom, por ora é só... se tem alguma dica legal, posta aqui nos comentários que pode ajudar muita gente, eu inclusive!!

Bjs e até a próxima trip!!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Rio de Janeiro - Centro Histórico, Leblon, São Conrado e Barra da Tijuca

Como em qualquer cidade, o centro é repleto de prédios antigos, cheios de histórias e com uma linda arquitetura que encanta.
Um dos cartões-postais do Rio são os Arcos da Lapa. Meu roteiro preferido a pé: comecem pelos Arcos, sigam passando pela Catedral (que é super diferente!), Teatro Municipal, Igreja da Candelária, e vão andando até a Baía de Guanabara... coisa linda ver os aviões pousando, a ponte Rio-Niterói e as balsas. Recomendo!




Leblon fica logo depois de Ipanema, e apesar de ser um bairro nobre do Rio, tem o morro do Vidigal como final e a Lagoa Rodrigo de Freitas como vizinha.


Sâo Conrado também é um bairro nobre do Rio que faz divisa com a favela da Rocinha (na minha opinião é a diferença social mais acentuada. É lá que tem a pedra da Gávea, onde os mais corajosos fazer trilhas e escaladas e a Pedra Bonita, onde a galera voa de asa delta e parapente e pousam na Praia do Pepino. Cotei quanto custava um vôo de asa delta e achei o preço salgado... R$430,00 com foto e vídeo inclusos. Não voei pq tenho cagaço de altura... kkkkkkkkkkk

Barra da Tijuca, com 18 metros de extensão, é a maior praia do Rio, e canto preferido dos surfistas por causa de suas ondas, chegar lá de transporte público é meio longe, peguei um ônibus em Copacabana e levou uns 40 min... mas vale a pena pra ver aquele mar verde-claro...
Fui dia 17 pra lá ver o Oi Pro Surf, que consagrou Felipe Toledo campeão de surf.


Fim da parte 2, calma que logo posto a parte 3...
Bjs

Rio de Janeiro - Corcovado, Pão de Açúcar, Copacabana e Ipanema

Alô Ridijanêro!!!!!
Ideal pra dar uma fugidinha do agito de São Paulo de vez em quando, porque não é difícil encontrar ofertas de passagens aéreas pra lá, e a viagem dura cerca de 40 min... menos do que gastamos da zona sul de sp até o centro.
Já fui tanto de ônibus quanto de avião, mas dependendo do tempo disponível e da grana que você dispõe pra gastar, faça sua escolha!
Mês passado resolvi passar o feriado da 6a feira santa e Páscoa por lá. Fui de ônibus porque passagens aéreas nos feriados são um absurdo, então peguei o último ônibus do dia 02/04, que saiu da rodoviária do Tietê às 23h10 e chegou no Rio às 6h30 do dia 03. Paguei R$76,00. Não acho barato, mas, perto de R$500 que estava sendo cobrado no aéreo, achei que compensava mais já que eu passaria a noite dormindo (mesmo que mal). Normalmente a viagem dura 6h, mas como era feriado, pegamos trânsito tanto na ida quanto na volta.
Se você está indo ao Rio pela primeira vez e quer visitar os pontos turísticos, só dou uma dica: vá cedo!! Como o check-in do hostel era só às 14h, fui da rodoviária direto para o Corcovado.
Pra chegar lá da rodoviária Novo Rio, peguei o ônibus 133 que me deixou no Largo do Machado, onde peguei outro ônibus que levaria até o pé do Corcovado.
O horário de funcionamento é das 8h às 19h. O ingresso custa R$62,00 e te leva de trenzinho até o topo. Prepare-se para ser esmagado, porque todo mundo se acotovela pra pegar o melhor lugar, óbvio! Chegando no topo, tire a tradicional foto com os braços abertos, não se acanhe, todo mundo estará fazendo igual... e eu também tirei... kkkk... sem pressa, aproveite a vista que vale a pena.

 De lá, tentei ir para o Pão de Açúcar de transporte público, mas me informaram que é fora de mão, precisaria de metrô e ônibus, então fui de táxi... a corrida levou uns 15 min e custou R$20,00. Super valeu a pena!!
Cheguei depois das 10h e já tinha uma mega fila, mas menor do que a fila formada quando eu saí. O ingresso custou R$62,00 também, mas acho que valeu mais a pena porque passei bem mais tempo lá.


A vista é sensacional... aproveite pra apreciar os detalhes, e se der sorte, será agraciado com a presença dos saguis que moram lá. ;)
De lá, segui pro hostel Samba Green, em Botafogo que eu super recomendo, apesar de ser um pouco longe dos pontos turísticos, mas, caminhando, em 15 min. eu estava com o pé na areia de Copacabana, que deve ser visitada obrigatoriamente, aproveite pra saborear os bixxxxcoitos Globo (sério, é viciante!!)... 
Se tiver pique, vá andando até Ipanema...o passeio é muito gostoso, e você pode tirar uma foto com o Dorival Caimmy, Tom Jobim e Carlos Drummond de Andrade, ...kkkk
A ponta do Arpoador divide Copacabana e Ipanema, e é o melhor lugar pra se apreciar o pôr do sol, mas chegue cedo, pois como o sol se põe atrás da pedra Dois Irmãos (que é alta!) rola lá por volta das 16h30. Estava lotado, difícil achar um cantinho pra descansar a bunda, mas deu certo e foi mais do compensatório!


Aguardem mais dicas no próximo post... bjs!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como chegar nos aeroportos de São Paulo gastando pouco

Bom, que eu sou uma pessoa econômica não deve ser novidade alguma, mas a parte legal é poder passar adiante informações que possam facilitar a vida de qualquer pessoa, e economizar umas dilmas é uma ajuda e tanto, ainda mais nesse período de crise econômica.
São Paulo tem 3 aeroportos: Congonhas, Cumbica e Viracopos, sendo este último, o mais longe, já que fica na cidade de Campinas. Então, se a sua companhia aérea não oferece traslado, o jeito é se virar... e pra chegar lá gastando pouco, siga as dicas!!

Congonhas: há pouco mais de 10km de distância do centro, é facilmente acessado pela Av. Washington Luís (corredor norte-sul) e pra chegar lá é só de ônibus mesmo ou no combo metrô + ônibus. Pra saber o trajeto mais fácil, você pode acessar o site da SPTrans (www.sptrans.com.br), e no campo "Origem" colocar seu endereço, e no campo "Destino" selecionar a opção "Aeroporto". que ele calcula qual transporte público usar. Como eu moro na zona sul, do Jabaquara até lá gastei menos de 30 min de ônibus, É perto, mas não esqueça de verificar o horário pra fugir do trânsito. Quando fui de táxi, me custou cerca de R$30,00 que na minha humilde opinião, só vale a pena se o táxi for lotado... kkkkk

CUMBICA (GUARULHOS): longe, mas nada impossível, e sem necessidade de falir pra pagar o táxi (R$160,00 que eu paguei a primeira vez que fui).
Há 2 formas: com o transfer do Airport Bus Service (www.airportbusservice.com.br), que custa entre R$42,00 e R$47,30 dependendo de onde você o pegar. Em São Paulo, sai dos seguintes pontos: Tietê, Av. Paulista, Brooklin Novo, Barra Funda, Praça da República e Aeroporto de Congonhas.
Outra opção (a minha preferida!), é o Airport Bus Service... dããããããã vc deve estar pensando... mas eu explico: essa belezura "onibuzística" custa cerca de R$5,00!!! Simmmmmm... Mais barato que isso, acho que só de carona com o pai ou a mãe!! Mas presta atenção: essa belezinha aí só sai do metrô Tatuapé (linha 3 - Vermelha), e os números das linhas são: 257 ou 299 e são pela EMTU (http://www.emtu.sp.gov.br).

VIRACOPOS: por ser fora da cidade de São Paulo, é o mais difícil... mas nem tanto. O jeito é ir até a Rodoviária do Tietê (linha 1 - Azul), e comprar passagem pela VB Transportes (http://www.vbtransportes.com.br) pra Viracopos. A passagem tá na faixa de R$25,00... Se alguém souber mais alguma alternativa, escreve aí nos comentários e ajudem a galera!!

Tá... agora admite que eu sou legal, vai... kkkkk

Bjs

domingo, 10 de maio de 2015

Dica de Rolê: 3a Bienal Internacional de Graffiti Fine Art

Para os paulistanos de plantão... o que fazer num final de semana sem gastar um tostão? Simples, vá dar um rolê no Parque Ibirapuera!
Só o parque em si já é uma ótima ideia para passar o dia, mas de quebra, ainda está rolando uma exposição super legal lá no Pavilhão das Culturas Brasileiras, com ótimas obras para todos os gostos.
Então não seja chatão, e vá prestigiar os artistas, queimar as calorias do almoço de dia das mães (que nunca é só uma saladinha!), respirar mais oxigênio (ou menos gás carbônico!), tomar uma água de coco e ver as pessoas tomando capote de patins (que sempre tem!)... kkkkkk
Divirta-se por aí enquanto eu fico de cama com gripe por aqui... mas corram, porque é só até o dia 19/05!!
Horários? de 3as feiras das 10h às 21h e de 4as a domingos das 10h às 18h.








quinta-feira, 7 de maio de 2015

São Thomé das Letras - Parte 3 (final!)

Se for a São Thomé, e eu realmente espero que você vá um dia, aproveite os artesanatos, são uma pechincha!!!!
A maioria com temas esotéricos, óbvio, mas que valem cada dilma gasta. Comprei aqueles 3 macaquinhos: cego, surdo e mudo pra minha mãe de presente por apenas 15 dilmas!!
Uma mandala inca por R$35,00, um  litro de pinga da bruxa por R$15,00.
Roupas achei caro. uma regatinha de malha podrinha com estampa de filtro dos sonhos não saía por menos de R$40,00 que na 25 de março eu compraria por R$20...
Namorei uma estátua amarela de Buda numa loja, tirei foto, pensei a noite e no dia seguinte quando fui comprar não tinha mais... buáááááááá... só restou a foto mesmo...
Compare preços... porque a maioria das lojinhas vendem praticamente as mesmas coisas, mas os preços podem variar bastante...
Alguns itens podem ser bastante curiosos, como numa lojinha de souvenirs que vendem "poções mágicas" inspiradas em livros, filmes e séries... alguns exemplos:
Comer numa cidade mineira não tem segredo né?! Com várias opções desde comida por quilo até pizza na pedra, São Thomé tem uma culinária muito boa.
Almocei no self-service ao lado da pracinha principal. Barato, comida ótima e bati um pratão de pedreira por menos de R$20,00!
Experimentei também pizza na pedra, mas não gostei muito porque não era massa fresca, eram aqueles discos prontos pra pizza e ficou parecendo torrada.
Fiquei frustrada porque em nenhuma padaria tinha pão de queijo... que absurdo!! Eu, em Minas, e sem pão de queijo... apelei pro do mercado local só pra matar as lombrigas... mas também, por R$0,50 cada não dá nem pra reclamar...

Confesso que voltei diferente de São Thomé. As pessoas são tão tranquilas, tão serenas e tão "aparentemente desapegadas das coisas materiais" que você volta meio desapegado mesmo. Pelo menos eu voltei. Sabe aquela vidinha típica de interior?? Tem internet e "uai-fai" e nem por isso você vê as pessoas andando de cabeça baixa pastoreando seu smartphone. Elas ainda sentam na calçada e conversar com os vizinhos, tomar uma gelada, ouvir de fato o que o outro tem a dizer. E que pessoal educado!! Um garotinho veio oferecer informação até quando eu nem precisava... vamos lá, o quão raro isso não é nos dias de hoje???
Lá todo mundo se mistura, desde motoqueiros idosos "tipo Abutres", até hippies pedindo carona de mochila e alguns artesanatos pra vender e comprar a comida do dia. E todo mundo se dá bem! Eu confesso que acho a vida hippie muito difícil, sou uma pessoa de asas, mas que quero ter pra onde voltar, eles eu não sei, mas parecem bem felizes do jeito que escolheram viver. Isso que importa.
Pessoas simples, e com simples, não me refiro a classe social. Simples nas formas de ver as coisas, de falar, de se vestir... não tem aquela vibe "eu tenho um celular de última geração e ele não tem" que é mais comum na chamada "cidade grande", onde aparentemente estamos sempre competindo uns com os outros, cobiçando as novidades que a indústria do consumo lança e nos convencem de que é daquilo que nós precisamos.
Não me julguem, eu adoro ter um celular bacana com uma câmera boa pra tirar fotos e tal, adoro redes sociais e consumo também, mas me peguei pensando que, talvez essas pessoas de pensamentos mais simples, talvez tenham encontrado a tão buscada felicidade e nós, arrogantes da cidade confundimos com ignorância. Se assim for, bendita ignorância!

terça-feira, 5 de maio de 2015

São Thomé das Letras - Parte 2

São Thomé é um daqueles lugares que vale a pena visitar ao menos uma vez na vida, e você não precisa ser nenhum bicho-grilo pra isso, jogue seus pré-conceitos fora e vá curtir o que a cidade tem de bom a oferecer.
Não tenha pressa pra andar porque a cidade toda você cruza a pé em menos de 20 minutos de caminhada, aproveite pra apreciar a vista, os artesanatos, os turistas, os locais, deixe a pressa da cidade grande em casa.
Algumas coisas aparentemente bobas mas que fariam diferença se eu soubesse antes... lá só encontrei um banco, o Itaú. Então, se você não tiver conta lá, melhor levar seu cartão de crédito e uma graninha por segurança.
No 2º dia de viagem eu queria conhecer as cachoeiras, mas não fazia ideia de como chegar até elas, e mais uma vez me enganei achando que daria pra ir a pé (pelo menos desta vez nem tentei).
Em frente à Igreja Matriz na praça central ficam alguns guias locais com carros 4x4 que oferecem roteiros pelos picos. Custava a bagatela de R$100,00 por cabeça. Achei caro.
Uma moradora que indicou um ônibus (na verdade, uma agência de turismo) que saía da Igreja do Rosário (Catedral de Pedra), numa pracinha próxima e salvou o dia. Cada dia eles seguem um roteiro, e o que eu fiz me contemplou com a vista da Gruta do Labirinto (tenso pra quem tem claustrofobia como eu!) e o lago anexo, que começou com explosões locais de pedras, Cachoeira da Lua (para quem quiser se aventurar nas águas geladas saltando de uma corda pendurada à la Tarzan!), Ladeira do Amendoim (que faz o carro subir mesmo desligado!) e Vale das Borboletas (que não tinha borboleta nenhuma porque é outono!).. Custa R$30,00 em dinheiro e R $35,00 no cartão e durou das 10h às 17h20, dinheiro bem investido. Saí de lá correndo pra Pedra da Bruxa pra ver o pôr do sol, que é super disputado no mirante. Deu tempo e a corrida ladeira a cima foi bem recompensada com um sol laranja e a vista da cidade. Levem blusa, porque a noite faz um frio do cão.






Antes de ir, verifiquei que, pela internet não tem muitas opções de hospedagem por lá, mas não se enganem, é literalmente, uma pousada colada na outra pela cidade toda, difícil ficar sem teto por lá, mas pelo que disseram, nos feriados a cidade fica atolada de turistas.
Pra badalar a noite, tinham 2 picos muito legais, o pub Caverna, na praça da igreja matriz e o Dois, perto do Cruzeiro, no alto da cidade.
Confesso que as pingas com maracujá e abacaxi me deram um pouco de amnésia nas noites que estive por lá, porque não lembro muita coisa não, mas lembro que encontrei um cara da faculdade com a namorada por lá, pra provar que o mundo é mesmo pequeno... kkkkkkkkk

Aguardem a 3a parte com dicas de compras...

Bjs ;*

segunda-feira, 4 de maio de 2015

São Thomé das Letras - Parte 1

Ok, que eu gosto de viajar, é uma informação totalmente obsoleta já que grande parte deste blog trata desse assunto... mas a questão mais importante aqui é como programar uma trip bacana...
Não, não sou rica. Também sou assalariada, trabalho geralmente de 2as feiras a sábados e não ganho rios de dinheiro, mas procuro ver o sol se pôr num lugar diferente, ao menos 1 vez por mês, fazendo meu dinheiro render o máximo possível pra isso.
Vou começar o blog pela minha última trip, feita entre os dias 22 e 24 de abril pra São Thomé das Letras...
Serei bem sincera ao dizer que São Thomé nunca foi um destino prioridade pra mim, porém, quando você navega em sites de compras coletivas e se depara com a oferta de 2 diárias em chalé por apenas R$149,00, aí você dá um jeito de colocá-la na lista. E foi assim que tudo começou...

Voucher comprado, reserva efetuada, bora descobrir como chegar até lá...
Se você dirige e tem carro, supimpa!! Vá de carro, é a melhor escolha que você fará na vida. Eu tenho carro mas não dirijo em estrada (trauma que estou tentando curar), o que dificulta a vida e me faz ficar dependente de outras formas de locomoção, como ônibus!

Pra chegar a São Thomé de ônibus, não é lá muito simples... pra começar, não tem linha de ônibus de São Paulo direto pra lá, sendo necessários 2 ônibus pra chegar. O primeiro é pela Viação Santa Cruz, sai do Terminal Rodoviário Tietê até a cidade de Três Corações-MG. Paguei aproximadamente R$60,00 pela passagem e a viagem dura cerca de 5h30. Chegando em Três Corações é necessário pegar outro ônibus até São Thomé, que custa cerca de R$10,00 e leva mais ou menos 1h15 pra chegar. Atenção com os horários, porque só passam 3 dele por dia!!!! Saí de SP as 22h30, cheguei em Três Corações as 4h e esperei 2h pra pegar o outro ônibus.

Cheguei em São Thomé as 7h20 da manhã do dia 22, café da manhã na padoca, e bora conhecer a cidade, já que o check-in da pousada era somente às 14h.
Preparem as pernas para as subidas no morro... mas vale a vista... confere:
Depois do almoço, e de pedir informações sobre a pousada, descobri que na verdade ela ficava a 6km de São Thomé. Como eu sou maluca, resolvi q iria pela estrada a pé... pois é... depois de quase 1h de caminhada no sol eu não havia chegado nem na metade do caminho... desisti. Pra dificultar ainda mais a vida, não havia ônibus que levasse pra pousada, nem da pousada até a cidade (um táxi cobrava R$35,00 só pra me levar!), o que fez com que eu desistisse das diárias já pagas e descolasse um quartinho numa pousada no centrinho, que ficou mais em conta do que pagar o táxi.
O quarto custou R$60,00 pela diária. Simples, limpo, e perto de tudo...
Aproveitem a noite pra provarem as pingas locais, sério, é viciante!! Pirei nas de maracujá com abacaxi, e cravo e canela! Fui obrigada a trazer uma garrafa pra São Paulo...
Se tiverem pique, subam no morro pra ver as estrelas... tristeza da vida elas não saírem nas fotos (pelo menos não no meu celular!)...

Fim do primeiro dia...

Aguardem o próximo post!

Bjs

A Fabi ;*